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27 de Novembro - Dia da Educação a Distância

Sou pesquisadora das TICs há 15 anos e uma coisa tenho acompanhado de perto: a evolução da educação a distância no Brasil e no Mundo. Foram inúmeras conquistas e longos difíceis caminhos, mas conseguimos consolidar, pelo menos numa parcela da população brasileira, o respeito pela EaD. Em muitas áreas do conhecimento, alunos formados em cursos a distância se saíram muito melhor no ENADE e na edição de novembro da revista Nova Escola, foi até notícia de capa. Apesar de certa desconfiança, o mercado caminha para a aceitação da EaD como uma modalidade educacional em que prima pela autonomia, pela interatividade e pela construção do conhecimento. Embora não existam modelos únicos de se fazer educação a distância, sabemos que algumas condições são essenciais para uma boa relação professor/aluno e a aprendizagem, e elas podem ser determinantes da qualidade da EaD que uma instituição de ensino oferece.

NanoArte

Fazendo nanoarte 16/11/2009 Por Alex Sander Alcântara Agência FAPESP – A nanotecnologia lida com partículas que medem bilionésimos do metro, portanto invisíveis a olho nu, mesmo com ajuda dos microscópios comuns. Mas se trata de um universo que, além de ter enorme potencial de aplicações, conta com visual sem igual. Vale a pena ver o vídeo abaixo e conhecer o universo lindo dentro de nós. Conheça o site: http://www.cmdmc.com.br/nanoarte

Marco Silva e o Parangolé

Marco Silva foi minha inspiração como pesquisadora da interatividade na cibercultura. Ele busca na arte interativa, em especial, no Parangolé de Hélio Oiticica a verdadeira metáfora da co-autoria. Vale a pena ser seus textos, seus livros e como ele mesmo diz, ler a obra de Oiticica: Obra aberta. Procurem também conhecer o site: http://www.saladeaulainterativa.pro.br/ foi aí que me deparei com o livro: Sala de aula interativa...uma excelente aventura para aqueles que decidem navegar pelo mundo da docência. Espero que gostem das palavras no vídeo e se entusiasmem pela verdadeira interatividade.

LIBRAS no Currículo : Formação de professores

Em 1995 iniciei minha docência no ensino fundamental. Dez anos depois, nascia o Decreto 5626 que regulamentaria o ensino de LIBRAS nos currículos acadêmicos e outras garantias para o portador de surdez. Esse post me lembrou com carinho alguns alunos surdos que passaram em minha vida quando ainda lecionava Informática no ginásio, hoje ensino fundamental II. Eles eram especiais....e ótimos jogadores de dama e xadrez no computador. As TICs me ajudaram muito a explorar a minha criatividade didática para trabalhar com meus alunos surdos e eu nem sabia como me comunicar por meio da LIBRAS...foram bons tempos. Em 2000, me deparei com seis alunos surdos que cursavam pedagogia nas Faculdades Integradas Rio Branco...que tempos maravilhosos...que saudades. Foi gratificante trabalhar com essa turma, em especial vê-los ensinar LIBRAS para algumas alunas da sala...era uma polifonia gestual que contaminava a todos...naquela época eu tinha uma interprete em LIBRAS que me ajudava na comunicação com ele...
Gente, essa minha caricatura ficou bem legal, né? Caso queiram brincar com esse programa: http://lps.mytattoons.com/tattoonsuser/

Aprendizagem Colaborativa

O maior desafio hoje em dia é proporcionar a aprendizagem colaborativa entre nossos alunos. Para participar dessa rica experiência, cabe ao educador discernimento sobre sua intencionalidade pedagógica e uma boa dose de criatividade didática . Espero que gostem do vídeo que baixei do youtube pelo link: http://www.youtube.com/watch?v=NjJGSMJQ91U