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Checklist antes de namorar

Oi gente, Ontem publiquei o primeiro texto da série do meu pequeno projeto sobre relacionamento, amor, namoro e afins. Comentei sobre a necessidade de desassociarmos o amor do órgão coração, salientando que amar é um ato de inteligência. Hoje falarei sobre o checklist necessário para saber se você está preparado para começar a namorar. Vale salientar que os meus textos são uma construção a partir das minhas leituras, experiências de vida e das orientações que a Cristiane e o Renato Cardoso trazem no seu livro Namoro Blindado. Para quem não leu, recomendo ler antes de pensar em casamento rs. Para sabermos se estamos bem para começarmos a namorar é preciso ter clareza se preenchemos os 8 itens abaixo. Confira o checklist. 1.    Estar curado de relacionamentos anteriores. A gente costuma ouvir direto essa máxima “um novo amor cura o antigo”. Porém, quem usa a inteligência e não o coração sabe que isso não passa de um grande engodo. Lógico que a resiliência de cada um ...

O responsável pelos seus sentimentos é o seu cérebro!

Precisamos desassociar o amor do coração, afinal o órgão responsável pelo amor é o cérebro. Apesar das descobertas da neurociência acerca do que se passa em nosso cérebro quando estamos apaixonados, ainda encontramos pessoas que acham que o amor é fruto da escolha do coração e essa escolha não deve ser contrariada. No livro Namoro Blindado dos autores Renato e Cristiane Cardoso, há algumas ideias esclarecedoras sobre como construímos culturalmente nossos relacionamentos e quando passamos a valorizar as emoções em detrimento da razão. Vejamos dois parágrafos da página 35. “A ideia da alma gêmea é a ridícula crença de que existe apenas uma pessoa nessa vida que pode nos completar, como a tampa da panela, a metade da laranja ou a cara-metade. É claro, nem precisa ter um cérebro de Einstein, pode ter um de chimpanzé mesmo, para perceber que esse negócio de alma gêmea é matematicamente impossível . Para começar, o número de homens solteiros nunca é igual ao de mulheres solteiras e...

James Blunt - Same Mistake (Tradução) ♫

Comunicação e resiliência: o fim de algo que não se teve ideia

Sabe quando a gente pensa que fez quase tudo certo num relacionamento e ele acaba. Depois descobre que não tem a mínima ideia de onde foi que errou? Pois bem, segundo um recente amigo meu, isso não existe. Somos sempre falhos e enganosos. Nós nos sabotamos. Quando a gente se envolve e se entrega de uma vez corremos um alto risco e pagamos o preço na mesma proporção. O que vai diferenciar entre o que eu ou você pode arriscar é o quanto temos de resiliência. Para quem não sabe, resiliência é a nossa capacidade de retomar nossa vida, emoção ou qualquer outro atributo no estado anterior. O nível de resiliência de cada um é determinado pela construção das interações emocionais que estabelecemos com todas as pessoas que conhecemos, em especial com nossa família na primeira infância. Para ser mais didática, sabe quando você toma um pé na bunda e é capaz de retomar a sua vida afetiva fortalecida? Então, isso é sinal de que você tem um bom nível de resiliência. Num bom relacionamento há ...

A viagem do amado

Hoje alguém amado viaja. Sentirei mais do que saudades. É quase impossível descrever o que nosso estômago fala quando estamos longe de quem queremos estar perto. Apesar da mudez que me toma, tentarei dizer um pouquinho o que sinto para quem sabe alguém se identifique e fortaleça o seu amor por quem simplesmente se ama. O amado faz misturar dentro da gente algo que só pode ser comparado ao rebuliço de um desencadear de hormônios. Serotonina, endorfina, dopamina, oxitocina. Afinal, não são esses os hormônios da felicidade? Um elogio, um livro, uma bike, uma rosa do seu jardim, uma volta de moto, uma carona, ou um delicioso café da manhã na padaria são pequenas amostras do que o coração do amado é capaz de doar. Porém, de tudo até então partilhado, o que mais deixa marcas é definitivamente o sorriso; principalmente quando vem acompanhado de aparelhos nos dentes...rs. A vida com o amado é uma caixinha de surpresas que se revela gradualmente. Num dia a nota é 9, noutro é 8,...

Por trás do véu

Numa conversa informal com minha tia Glória que mora nos Estados Unidos e casada com um adventista, fui advertida para a leitura deste livro. Não obstante, tanto título quanto a capa me chamaram à atenção. Pensei que se trata-se de um livro sobre felicidade. Contudo, logo nos primeiros capítulos pude perceber que o drama real da autora seria uma verdadeira prova de fé. Jovem e inconsequente, unindo-se em jugo desigual, Esmie se mostra arrependida e esperançosa de que seu esposo se converteria ao cristianismo. Sua história se desenrola numa angústia quase sem fim. Titubeando entre momentos de fé e desânimo, Esmie chega a pensar em desistir da vida, mas seu coração de mãe a faz permanecer na fé de que Jesus a libertaria daquele calvário. A leitura deste livro é envolvente e encorajadora, pois demonstra a força de uma mulher e sua fé em nosso Senhor Salvador. Recomendo a leitura para todas àquelas que desejam conhecer as responsabilidades de um relacionamento, suas consequências em ...

A vida que vale a pena ser vivida!

Ótimo título para um livro que não tem a pretensão de te dar receitas mágicas. Ao contrário, te coloca de frente a questionamentos dos mais conhecidos pensadores do mundo ocidental. Da Grécia antiga à contemporaneidade, a vida que vale a pena ser vida, segundo Clóvis de Barros Filho - professor de filosofia na ECA/USP - é um exercício que extrapola qualquer fórmula, afinal, a complexidade da vida consciente nos deixa à deriva num mar agitado que é a relação com o mundo perceptivo. A vida que vale a pena ser vivida não é só o título de um livro, mas o início da amizade com um homem que me provoca dia a dia o repensar sobre os modelos de lidar com as pessoas, as coisas e principalmente, com o dinheiro. São pensamentos compartilhados horas e horas ao celular que foram substituídos por afetos num lindo lugar do litoral sul de São Paulo. Aliás, só depois de presencialmente juntos foi que entendemos como os afetos causam em nós movimentos que em outras pessoas eram apenas estáticos. ...